Semana: de 18 a 23 de outubro de 2021

ESCLARECIMENTOS

ENQUANTO ESTIVEREM SUSPENSAS

TODAS AS REUNIÕES

Tendo em vista as contingências atuais, que nos impossibilitam a realização das reuniões públicas presenciais, com os passes (como já é do conhecimento de todos), com o objetivo de melhor esclarecer, informamos:
(1) Manteremos a nossa programação atualizada, para a eventual liberação e voltarmos à normalidade; então, não ocorrerá nenhum improviso, pois manteremos esta programação disponível.
(2) Durante este momento especial, continuaremos com a nossa reunião virtual, ao vivo, às segundas-feiras às 19h, pelo Facebook e Instagram. Abordando o tema previsto na programação, para cada semana.
(3) Nosso objetivo é possibilitar, pelo menos uma vez na semana, o estabelecimento da conexão de todos pelo pensamento e desta forma, além do prosseguimento dos estudos evangélicos e doutrinários, continuarmos a nos fortalecer para o trânsito deste período com: tranquilidade, fé e esperança... Como dizia o nosso Chico: “-Tudo passa... isto também vai passar.”
(4) Estamos trabalhando no aprimoramento desta nova experiência: nossa reunião virtual às segundas-feiras, 19h; contamos com a compreensão de todos, pelos imprevistos, quando ocorrerem, principalmente aqueles que independam do nosso controle. (LAR DE TEREZA: Área de Estudos Doutrinários)

PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA, 18 de OUTUBRO, ÀS 19h
Expositor(a): JEANNETTE RIDDELL, Integrante do LAR DE TEREZA Copacabana – Rio/RJ pelo canal do Lar de Tereza no YouTube
Tema: ODIAR OS PAIS

Tema da Semana:

O Livro dos Espíritos

ODIAR OS PAIS

1. Como nas suas pegadas caminhasse grande massa de povo, Jesus, voltando-se, disse-lhes: – Se alguém vem a mim e não odeia a seu pai e a sua mãe, a sua mulher e a seus filhos, a seus irmãos e irmãs, mesmo a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. – E quem quer que não carregue a sua cruz e me siga, não pode ser meu discípulo. – Assim, aquele dentre vós que não renunciar a tudo o que tem não pode ser meu discípulo. (S. LUCAS, 14:25 a 27 e 33.)
2. Aquele que ama a seu pai ou a sua mãe, mais do que a mim, de mim não é digno; aquele que ama a seu filho ou a sua filha, mais do que a mim, de mim não é digno. (S. MATEUS, 10:37.)
3. Certas palavras, aliás muito raras, atribuídas ao Cristo, fazem tão singular contraste com o seu modo habitual de falar que, instintivamente, se lhes repele o sentido literal, sem que a sublimidade da sua doutrina sofra qualquer dano. Escritas depois de sua morte, pois que nenhum dos Evangelhos foi redigido enquanto ele vivia, lícito é acreditar-se que, em casos como este, o fundo do seu pensamento não foi bem expresso, ou, o que não é menos provável, o sentido primitivo, passando de uma língua para outra, há de ter experimentado alguma alteração. Basta que um erro se haja cometido uma vez, para que os copiadores o tenham repetido, como se dá frequentemente com relação aos fatos históricos. O termo odiar, nesta frase de S. Lucas: Se alguém vem a mim e não odeia a seu pai e a sua mãe, está compreendido nessa hipótese. A ninguém acudirá atribuí-la a Jesus. Será então supérfluo discuti-la e, ainda menos, tentar justificá-la. Importaria, primeiro, saber se ele a pronunciou e, em caso afirmativo, se, na língua em que se exprimia, a palavra em questão tinha o mesmo valor que na nossa. Nesta passagem de S. João: “Aquele que odeia sua vida, neste mundo, a conserva para a vida eterna”, é indubitável que ela não exprime a ideia que lhe atribuímos. A língua hebraica não era rica e continha muitas palavras com várias significações. Tal, por exemplo, a que, no Gênese, designa as fases da criação: servia, simultaneamente, para exprimir um período qualquer de tempo e a revolução diurna. Daí, mais tarde, a sua tradução pelo termo dia e a crença de que o mundo foi obra de seis vezes vinte e quatro horas. Tal, também, a palavra com que se designava um camelo e um cabo, uma vez que os cabos eram feitos de pelo de camelo. Daí o haverem-na traduzido pelo termo camelo, na alegoria do buraco de uma agulha. (Ver capítulo XVI no 2.) Cumpre, ao demais, se atenda aos costumes e ao caráter dos povos, pelo muito que influem sobre o gênio particular de seus idiomas. Sem esse conhecimento, escapa amiúde o sentido verdadeiro de certas palavras. De uma língua para outra, o mesmo termo se reveste de maior ou menor energia. Pode, numa envolver injúria ou blasfêmia, e carecer de importância noutra, conforme a ideia que suscite. Na mesma língua, algumas palavras perdem seu valor com o correr dos séculos. Por isso é que uma tradução rigorosamente literal nem sempre exprime perfeitamente o pensamento e que, para manter a exatidão, se tem às vezes de empregar, não termos correspondentes, mas outros equivalentes, ou perífrases. Estas notas encontram aplicação especial na interpretação das Santas Escrituras e, em particular, dos Evangelhos. Se se não tiver em conta o meio em que Jesus vivia, fica-se exposto a equívocos sobre o valor de certas expressões e de certos fatos, em consequência do hábito em que se está de assimilar os outros a si próprio. Em todo caso, cumpre despojar o termo odiar da sua acepção moderna, como contrária ao espírito do ensino de Jesus. (Veja-se também o cap. XIV, no 5 e seguintes.)

Bibliografia sugerida:
- O Evangelho Segundo o Espiritismo: Nota 1 – do Sr. Pezzani, rodapé da página E.S. E.- it. 3- Allan Kardec; - O Consolador - 2ª Parte - perg. - 173 a 175 - Emmanuel (F. C. Xavier), FEB; - Luz no Lar - Cap. 5 -No reino doméstico, Cap. 46 - No lar; Credores no lar -Cap. 63 - Irmão X (F. C. Xavier); - Como educar meus filhos? - cap. 1 - Preparando a era do Espírito, Icléia – Brunilde M. do Espírito Santo, LT.




O Livro dos Espíritos

Familiares

“Porquanto qualquer que fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” - Jesus – (MARCOS, 3:35)
“Há, pois, duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais. Duráveis, as primeiras se fortalecem pela purificação e se perpetuam, no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma; as segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e, muitas vezes, se dissolvem moralmente já na existência atual.” - Jesus – (MARCOS, 3:35)
(Cap. XXIII, 3, de O Evangelho segundo o Espiritismo – Allan Kardec)
Parentela – instituto primário de caridade.
Fora do lar, é possível o sossego na consciência, distribuindo as sobras do dinheiro ou do tempo, aliás, com o mérito de quem sabe entesourar a beneficência. Nada difícil suportar o agressor desconhecido que raramente conseguiremos rever.
Nenhum sacrifício em amparar o doente, largado na rua, a quem não nos vinculamos em compromisso direto. Em casa, porém, somos constrangidos ao exercício da assistência constante.
É aí, no reduto doméstico, por trás das paredes que nos isolam do aplauso público, que a Providência Divina nos experimenta a madureza mental ou o proveito dos bons conselhos que ministramos.
Nós que, de vez em vez, desembolsamos sorrindo pequena parcela de recursos amoedados, em benefício dos outros, estamos incessantemente convocados a sustentar os familiares que pensam em nós, não apenas mobilizando possibilidades materiais, mas também apoio e compreensão, disciplina e exemplo, resguardando as forças que nos asseguram felicidade.
Anseias por encargos sublimes, queres a convivência das entidades superiores, sonhas com a posse de dons luminescentes, suspiras pela ascensão espiritual!... Contempla, no entanto, o espaço estreito que te serve de moradia e lembra-te da criança na escola.
Em cada companheiro que partilha a consanguinidade, temos um livro de lições que, às vezes, nos detém o passo por tempo enorme, no esforço da repetência. Cada um deles nos impele a desenvolver determinadas virtudes; num, a paciência, noutro, a lealdade, e ainda em outros, o equilíbrio e a abnegação, a firmeza e a brandura!
A pretexto de auxiliar a Humanidade, não fujas do cadinho fervente de lutas em que a vida te colocou sob o telhado em que respiras. Ainda mesmo ao preço de todos os valores da existência física, refaze milhares de vezes, as tuas demonstrações de humildade e serviço, perante as criaturas que te cercam, ostentando os títulos de pai ou mãe, esposo ou esposa, filhos ou irmãos, porque é de tua vitória moral junto deles que depende a tua admissão definitiva, entre os amados que te esperam, nas vanguardas de luz, em perpetuidade de regozijo na Família Maior.

Emmanuel
(De: O Livro da Esperança - Cap. 39 - F. C. Xavier, CEC)

Horários

Sede (Copacabana)
quarta: 8h30min e 19h30min
sexta: 16h

AS REUNIÕES PRESENCIAIS CONTINUAM SUSPENSAS

PROGRAMAÇÃO VIRTUAL OUTUBRO - 2021:

Dia 4: Expositor(a): SONIA MARIA BRAGA Educadora, Conferencista e Expositora
Tema: ALLAN KARDEC e SUA MISSÃO
Direção: RICARDO DANZIGER

Dia 11: Expositor(a): EDER ANDRADE Integrante da COMUNIDADE ESPÍRITA O CONSOLADOR (Copacabana – Rio/RJ)
Tema: O SONO e OS SONHOS (O Livro dos Espíritos: 400 A 412)
Direção: DENISE SANTOS SILVA

Dia 18: Expositor(a): JEANNETTE RIDDELL Integrante do Lar de Tereza
Tema: ESTRANHA MORAL: ODIAR OS PAIS (O Evangelho segundo o Espiritismo: Capítulo XXIII, 1 a 3)
Direção: CARMEM DUQUE

Dia 25: Expositor(a): JEANNETE VELOZO Integrante do Grupo de Estudos Espíritas RITA DE CÁSSIA – Leblon-RJ
Tema: VISITAS ENTRE PESSOAS VIVAS (O Livro dos Espíritos: 413 a 418)
Direção: ELISA HILLESHEIM


OBS: Para consultar a programação completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, neste mesmo site.