Semana: de 27 de novembro a 3 de dezembro de 2022

REUNIÕES DOUTRINÁRIAS PÚBLICAS

SEDE > Av. Nossa Senhora de Copacabana, 709 - 5º andar:
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 8h30m e ÀS 19h30m;
➢ SEXTAS-FEIRAS, ÀS 16h
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NÚCLEO PAULO e ESTEVÃO > Rua Rodolfo Dantas, loja 97 (térreo) Copacabana

Reuniões Públicas:
➢ SEGUNDAS-FEIRAS: ÀS 14h E ÀS 19h
➢ TERÇAS-FEIRAS: ÀS 8h30m
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 14h
➢ SEXTAS-FEIRAS: ÀS 18h

Evangelização:
➢ JUVENTUDE ESPÍRITA IRMÃ SCHEILLA:
➢ ÀS QUARTAS-FEIRAS: 19h30m
➢ EVANGELIZAÇÃO INFANTIL e GRUPO FAMILIAR LÍVIA LENTULUS:
➢ AOS SÁBADOS, 10h
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NÚCLEO EMMANUEL > Estrada Engenho D’Água, 690 – Anil – Jacarepaguá
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 20h

CASA DE RENATO > Av. Inconfidentes, 1105 - Austin – Nova Iguaçu (EM PREPARAÇÃO)

(LAR DE TEREZA: Área de Estudos Doutrinários)

REUNIÃO PÚBLICA VIRTUAL
Dia 28 de novembro (segunda-feira), às 19h pelo canal do Lar de Tereza no YouTube
Palestrante
Expositor(a): LOURDES MARIA
(Integrante do Lar de Tereza)

TEMA: PRECES PELOS MORTOS e PELOS ESPÍRITOS SOFREDORES
(O Evangelho segundo o Espiritismo: Cap.XXVII, itens 18 a 21)




PRECES PELOS MORTOS e ESPÍRITOS SOFREDORES
(Cap. XXVII, itens: 18 a 21)


18. Os Espíritos sofredores reclamam preces e estas lhes são proveitosas, porque, verificando que há quem neles pense, menos abandonados se sentem, menos infelizes. Entretanto, a prece tem sobre eles ação mais direta: reanima-os, incute-lhes o desejo de se elevarem pelo arrependimento e pela reparação e, possivelmente, desvia-lhes do mal o pensamento. É nesse sentido que lhes pode não só aliviar, como abreviar os sofrimentos. (Veja-se: O Céu e o Inferno, 2a Parte – “Exemplos”.)

19. Pessoas há que não admitem a prece pelos mortos, porque, segundo acreditam, a alma só tem duas alternativas: ser salva ou ser condenada às penas eternas, resultando, pois, em ambos os casos, inútil a prece. Sem discutir o valor dessa crença, admitamos, por instantes, a realidade das penas eternas e irremissíveis e que as nossas preces sejam impotentes para lhes pôr termo. Perguntamos se, nessa hipótese, será lógico, será caridoso, será cristão recusar a prece pelos réprobos? Tais preces, por mais impotentes que fossem para os liberar, não lhes seriam uma demonstração de piedade capaz de abrandar-lhes os sofrimentos? Na Terra, quando um homem é condenado a galés perpétuas, quando mesmo não haja a mínima esperança de obter-se para ele perdão, será defeso a uma pessoa caridosa ir carregar-lhe os grilhões, para aliviá-lo do peso destes? Em sendo alguém atacado de mal incurável, dever-se-á, por não haver para o doente esperança nenhuma de cura, abandoná-lo, sem lhe proporcionar qualquer alívio? Lembrai-vos de que, entre os réprobos, pode achar-se uma pessoa que vos foi cara, um amigo, talvez um pai, uma mãe, ou um filho, e dizei se, não havendo, segundo credes, possibilidade de ser perdoado esse ente, lhe recusaríeis um copo d’água para mitigar-lhe a sede? um bálsamo que lhe seque as chagas? Não faríeis por ele o que faríeis por um galé? Não lhe daríeis uma prova de amor, uma consolação? Não, isso cristão não seria. Uma crença que petrifica o coração é incompatível com a crença em um Deus que põe na primeira categoria dos deveres o amor ao próximo.

A não eternidade das penas não implica a negação de uma penalidade temporária, dado não ser possível que Deus, em sua justiça, confunda o bem e o mal. Ora, negar, neste caso, a eficácia da prece, fora negar a eficácia da consolação, dos encorajamentos, dos bons conselhos; fora negar a força que haurimos da assistência moral dos que nos querem bem.

20. Outros se fundam numa razão mais especiosa: a imutabilidade dos decretos divinos. Deus, dizem esses, não pode mudar as suas decisões a pedido das criaturas; a não ser assim, careceria de estabilidade o mundo. O homem, pois, nada tem de pedir a Deus, só lhe cabendo submeter- -se e adorá-lo.
Há, nesse modo de raciocinar, uma aplicação falsa do princípio da imutabilidade da lei divina, ou melhor, ignorância da lei, no que concerne à penalidade futura. Essa lei revelam-na hoje os Espíritos do Senhor, quando o homem se tornou suficientemente maduro para compreender o que, na fé, é conforme ou contrário aos atributos divinos.

Segundo o dogma da eternidade absoluta das penas, não se levam em conta ao culpado os remorsos, nem o arrependimento. É- lhe inútil todo desejo de melhorar-se: está condenado a conservar-se perpetuamente no mal. Se a sua condenação foi por determinado tempo, a pena cessará, uma vez expirado esse tempo. Mas, quem poderá afirmar que ele então possua melhores sentimentos? Quem poderá dizer que, a exemplo de muitos condenados da Terra, ao sair da prisão, ele não seja tão mau quanto antes? No primeiro caso, seria manter na dor do castigo um homem que volveu ao bem; no segundo, seria agraciar a um que continua culpado. A lei de Deus é mais previdente. Sempre justa, equitativa e misericordiosa, não estabelece para a pena, qualquer que esta seja, duração alguma. Ela se resume assim:

21. “O homem sofre sempre a consequência de suas faltas; não há uma só infração à lei de Deus que fique sem a correspondente punição. “A severidade do castigo é proporcionada à gravidade da falta. “Indeterminada é a duração do castigo, para qualquer falta; fica subordinada ao arrependimento do culpado e ao seu retorno à senda do bem; a pena dura tanto quanto a obstinação no mal; seria perpétua, se perpétua fosse a obstinação; dura pouco, se pronto é o arrependimento. “Desde que o culpado clame por misericórdia, Deus o ouve e lhe concede a esperança. Mas, não basta o simples pesar do mal causado; é necessária a reparação, pelo que o culpado se vê submetido a novas provas em que pode, sempre por sua livre vontade, praticar o bem, reparando o mal que haja feito. “O homem é, assim, constantemente, o árbitro de sua própria sorte; pertence-lhe abreviar ou prolongar indefinidamente o seu suplício; a sua felicidade ou a sua desgraça dependem da vontade que tenha de praticar o bem.” Tal a lei, lei imutável e em conformidade com a bondade e a justiça de Deus Assim, o Espírito culpado e infeliz pode sempre salvar- -se a si mesmo: a lei de Deus estabelece a condição em que se lhe torna possível fazê-lo. O que as mais das vezes lhe falta é a vontade, a força, a coragem. Se, por nossas preces, lhe inspiramos essa vontade, se o amparamos e animamos; se, pelos nossos conselhos, lhe damos as luzes de que carece, em lugar de pedirmos a Deus que derrogue a sua lei, tornamo-nos instrumentos da execução de outra lei, também sua, a de amor e de caridade, execução em que, desse modo, ele nos permite participar, dando nós mesmos, com isso, uma prova de caridade. (Veja-se O Céu e o Inferno, 1a Parte, caps. IV, VII, VIII.)

Bibliografia complementar sugerida:
- Na Era do Espírito – Cap. 14 – Condições da prece, Francisco C. Xavier- Herculano Pires, GEEM;
- Pão Nosso – Cap.108 – Oração - Emmanuel (Francisco C. Xavier), FEB;
- O Livro dos Espíritos - perguntas: 664 a 666, Allan Kardec, várias editoras;
- Estudos Espíritas - Cap. 14 - Fé - Joanna de Ângelis (Divaldo Pereira Franco), FEB;
- Amanhece - Cap. - Unidos sempre - Pag. 135 – Emmanuel (F. C. Xavier), GEEM.




Fonte Viva
PÁGINA INICIAL

LEMBRA-TE AUXILIANDO


“... Vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.” – JESUS (MATEUS, 6:8);

“Os espíritos sofredores reclamam preces e estas lhes são proveitosas, porque, verificando que há quem neles pense, menos infelizes se sentem. Entretanto, a prece tem sobre eles ação mais direta: reanima-os, incute-lhes o desejo de se elevarem pelo arrependimento e pela reparação e, possivelmente, lhes desvia do mal o pensamento.” – Cap. XXVII, 18. (O Evangelho segundo o Espiritismo)

Lembra-te dos mortos, auxiliando...
Indiscutivelmente, todos eles agradecem a flor de saudade que lhes atiras, mas redivivos qual se encontram, se pudessem te rogariam diretamente mais decisiva cooperação, além do preito de superfície.

Supõe-te no lugar deles, de quando em quando, notadamente daqueles que se ausentaram da Terra, carregando dívidas e aflições.

Imagina-te largando a convivência dos filhos recém-chegados do berço crivado de privações e pensa na gratidão que te faria beijar os próprios pés dos amigos que se dispusessem a socorrer-lhes o estômago torturado e a pele desprotegida.

Prefigura-te na condição dos que se despediram de pais desvalidos e enfermos, por decreto de inapelável separação, e pondera a felicidade que te tangeria todas as cordas do sentimento, diante dos irmãos que te substituíssem o carinho, ungindo-lhes a existência de esperança e consolo.

Julga-te no agoniado conflito dos que partiram violentamente, sob mágoas ferozes, legando à família atiçados braseiros de aversão e reflete no alívio que te sossegaria a mente fatigada, perante os corações generosos que te ajudassem a perdoar e servir, apagando o fogo do sofrimento.

Considera-te na posição dos que se afastaram à força, deixando ao lar aflitivos problemas e medita no agradecimento que sentirias ante os companheiros abnegados que lhes patrocinassem a

Presume-te no círculo obscuro dos que passaram na Terra, dementados por terríveis enganos, a suspirarem no Além por renovação e progresso, e mentaliza o teu débito de amor para com todos os irmãos que te desculpassem os erros, propiciando-te vida nova, em bases de esquecimento.

Podes, sim, trabalhar em favor dos supostos extintos, lenindo-lhes o espírito com a frase benevolente e com o bálsamo da prece ou removendo as dificuldades e empeços que lhes marcam a retaguarda.

Lembra-te dos mortos, auxiliando...
Não apenas os vivos precisam de caridade, mas os mortos também.

Emmanuel
(Livro da Esperança – Cap. 89 - Francisco Cândido Xavier, CEC)

Locais e horários das reuniões presenciais

Sede (Copacabana)
quarta: 8h30min e 19h30min
sexta: 16h

Núcleo Paulo e Estêvão (Copacabana)
segunda: 14h e 19h
terça: 8h30
quarta: 14h
sexta: 18h

Núcleo Emmanuel (Jacarepaguá)
quarta: 20h

Casa de Renato (AustinAustin, Nova Iguaçu)
Em planejamento

PROGRAMAÇÃO VIRTUAL

Pelo nosso canal no YouTube
NOVEMBRO - 2022:
Às segundas-feiras: 19h

Dia 7:
Tema: OS ESPÍRITOS DURANTE O COMBATE
(O Livro dos Espíritos: Perguntas: 541 a 548)
Expositor: FERNANDO DANZIGER
Integrante do LAR DE TEREZA
Direção: Ricardo Danziger

Dia 14
Tema: “TRANSMISSÃO DO PENSAMENTO e PRECES INTELEGÍVEIS”
(o Evangelho segundo o Espiritismo:
Cap. XXVII – Item: 12 a 17)
Expositor: ALOÍSIO GHIGGINO
Integrante do LAR DE TEREZA

Dia 21:
Tema: “PACTOS, PODER OCULTO, TALISMÃ, FEITICEIROS.”
“BÊNÇÃOS E MALDIÇÕES.”
Expositora: TANIA WILSON
Integrante do
C. E. Caridade e União – Três Rios/RJ
Direção: Ricardo Cardoso

Dia 28:
Tema: “PRECES PELOS MORTOS e PELOS ESPÍRITOS SOFREDORES”
(o Evangelho segundo o Espiritismo:
Cap. XXVII – Item: 18 a 21)
Expositora: LOURDES MARIA
Integrante do Lar de Tereza.
Direção: Vera Lya


OBS: Para consultar a programação do mês, completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, neste mesmo site.