REUNIÕES DOUTRINÁRIAS PÚBLICAS PRESENCIAIS

SEDE > Av. Nossa Senhora de Copacabana, 709 - 5º andar:
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 8h30m e ÀS 19h30m;
➢ SEXTAS-FEIRAS, ÀS 16h

NÚCLEO PAULO e ESTEVÃO > Rua Rodolfo Dantas, loja 97 (térreo) Copacabana (21 3208-5264)

Reuniões Públicas:
➢ SEGUNDAS-FEIRAS: ÀS 14h, 17h30m, 19h E ÀS 20h30m
➢ TERÇAS-FEIRAS: ÀS 8h30m
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 14h
➢ SEXTAS-FEIRAS: ÀS 14h, 18h E ÀS 20h

Evangelização:
➢ JUVENTUDE ESPÍRITA IRMÃ SCHEILLA:
➢ ÀS SEXTAS-FEIRAS: 19h30m

➢ EVANGELIZAÇÃO INFANTIL e GRUPO FAMILIAR LÍVIA LENTULUS:
➢ AOS SÁBADOS, 10h

NÚCLEO EMMANUEL > Estrada Engenho D’Água, 690 – Anil – Jacarepaguá (21 3082-7371)

Reuniões Públicas:
➢ TERÇAS-FEIRAS: ÀS 14h
➢ QUARTAS-FEIRAS: NOITE (SEM PREVISÃO)

Evangelização:
➢ EVANGELIZAÇÃO INFANTIL:
➢ AOS SÁBADOS: 9h20m ÀS 10h30m

➢ JUVENTUDE ESPÍRITA VINÍCIUS:
➢ AOS SÁBADOS: 9h20m ÀS 10h30m

CASA DE RENATO > Av. dos Inconfidentes, 1105 - Austin – Nova Iguaçu (21 3894-7700 e 21 3791-0212)

Reuniões Públicas:
➢ AOS SÁBADOS: ÀS 16h

Evangelização:
➢ GRUPO FAMÍLIA, JUVENTUDE E EVANGELIZAÇÃO:
➢ AOS SÁBADOS: ÀS 10h

Semana: de 17 de Agosto a 23 de Agosto de 2026

REUNIÃO VIRTUAL SEMANAL
ESTRÉIA
Dia 17 de Agosto (segunda-feira), às 19h pelo canal do Lar de Tereza no YouTube
Palestrante
Expositor(a): ALOÍSIO GHIGGINO
Integrante do LAR DE TEREZA (Copacabana, Rio de Janeiro/RJ)

TEMA: A INDULGÊNCIA
(O Evangelho seg. O Espiritismo)
(Capítulo X, itens 16 a 18)





O EVANGELHO Segundo o Espiritismo

Capítulo X

– Bem-aventurados os que são misericordiosos

Instruções dos Espíritos

A INDULGÊNCIA
16. Espíritas, queremos falar-vos hoje da indulgência, sentimento doce e fraternal que todo homem deve alimentar para com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem uso.

A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou, se os vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se a malevolência os descobre, tem sempre pronta uma escusa para eles, escusa plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida intenção.

A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço; mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os atenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras; apenas conselhos e, as mais das vezes, vela- dos. Quando criticais, que consequência se há de tirar das vossas palavras? A de que não tereis feito o que reprovais, visto que, estais a censurar; que valeis mais do que o culpado. Ó homens! quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o que fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?

Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instância, que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes: anátema! tereis, quiçá, cometido faltas mais graves.

Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita.

– José, Espírito protetor. (Bordéus, 1863.)

17. Sede indulgentes com as faltas alheias, quaisquer que elas sejam; não julgueis com severidade senão as vossas próprias ações e o Senhor usará de indulgência para convosco, como de indulgência houverdes usado para com os outros.

Sustentai os fortes: animai-os à perseverança. Fortalecei os fracos, mostrando-lhes a bondade de Deus, que leva em conta o menor arrependimento; mostrai a todos o anjo da penitência estendendo suas brancas asas sobre as faltas dos humanos e velando-as assim aos olhares daquele que não pode tolerar o que é impuro. Compreendei todos a misericórdia infinita de vosso Pai e não esqueçais nunca de lhe dizer, pelos pensamentos, mas, sobretudo, pelos atos: “Perdoai as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos hão ofendido.” Compreendei bem o valor destas sublimes palavras, nas quais não somente a letra é admirável, mas principalmente o ensino que ela veste.

Que é o que pedis ao Senhor, quando implorais para vós o seu perdão? Será unicamente o olvido das vossas ofensas? Olvido que vos deixaria no nada, porquanto, se Deus se limitasse a esquecer as vossas faltas, Ele não puniria, é exato, mas tampouco recompensaria. A recompensa não pode constituir prêmio do bem que não foi feito, nem, ainda menos, do mal que se haja praticado, embora esse mal fosse esquecido. Pedindo-lhe que perdoe os vossos desvios, o que lhe pedis é o favor de suas graças, para não reincidirdes neles, é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas, as da submissão e do amor, nas quais podereis juntar ao arrependimento a reparação.

Quando perdoardes aos vossos irmãos, não vos contenteis com o estender o véu do esquecimento sobre suas faltas, porquanto, as mais das vezes, muito transparente é esse véu para os olhares vossos. Levai-lhes simultaneamente, com o perdão, o amor; fazei por eles o que pediríeis fizesse o vosso Pai celestial por vós. Substituí a cólera que conspurca, pelo amor que purifica. Pregai, exemplificando, essa caridade ativa, infatigável, que Jesus vos ensinou; pregai-a, como ele o fez durante todo o tempo em que esteve na Terra, visível aos olhos corporais e como ainda a prega incessantemente, desde que se tornou visível tão-somente aos olhos do Espírito. Segui esse modelo divino; caminhai em suas pegadas; elas vos conduzirão ao refúgio onde encontrareis o repouso após a luta. Como ele, carregai todas vós as vossas cruzes e subi penosamente, mas com coragem, o vosso calvário, em cujo cimo está a glorificação.

– João, bispo de Bordéus. (1862.)

18. Caros amigos, sede severos convosco, indulgentes para as fraquezas dos outros. É esta uma prática da santa caridade, que bem poucas pessoas observam. Todas vós tendes maus pendores a vencer, defeitos a corrigir, hábitos a modificar; todos tendes um fardo mais ou menos pesado a alijar, para poderdes galgar o cume da montanha do progresso. Por que, então, haveis de mostrar-vos tão clarividentes com relação ao próximo e tão cegos com relação a vós mesmos?
Quando deixareis de perceber, nos olhos de vossos irmãos, o pequenino argueiro que os incomoda, sem atentardes na trave que, nos vossos olhos, vos cega, fazendo-vos ir de queda em queda? Crede nos vossos irmãos, os Espíritos. Todo homem, bastante orgulhoso para se julgar superior, em virtude e mérito, aos seus irmãos encarnados, é insensato e culpado: Deus o castigará no dia da sua justiça. O verdadeiro caráter da caridade é a modéstia e a humildade, que consistem em ver cada um apenas superficialmente os defeitos de outrem e esforçar-se por fazer que prevaleça o que há nele de bom e virtuoso, porquanto, embora o coração humano seja um abismo de corrupção, sempre há, nalgumas de suas dobras mais ocultas, o gérmen de bons sentimentos, centelha vivaz da essência espiritual.

Espiritismo! doutrina consoladora e bendita! felizes dos que te conhecem e tiram proveito dos salutares ensinamentos dos Espíritos do Senhor! Para esses, iluminado está o caminho, ao longo do qual podem ler estas palavras que lhes indicam o meio de chegarem ao termo da jornada: caridade prática, caridade do coração, caridade para com o próximo, como para si mesmo; numa palavra: caridade para com todos e amor a Deus acima de todas as coisas, porque o amor a Deus resume todos os deveres e porque impossível é amar realmente a Deus, sem praticar a caridade, da qual fez ele uma lei para todas as criaturas.
Dufêtre, bispo de Nevers. (Bordéus.)

Sugestões bibliográficas:
- Estudos Espíritas – Mens. 13 – Tolerância - Joanna de Ângelis / Divaldo P. F. FEB;
- Jesus no Lar – Cap. 10 – O juiz reformado - Neio Lucius / F. C. Xavier, FEB;
- Contos e Apólogos – Cap. 38 – A esmola da compaixão - Irmão X / F. C. Xavier, FEB;
- Estude e Viva – Mens. 17 – Acidentados da alma (Emmanuel / F. C. Xavier, A. Luís / W.V.), FEB.




LEITURA INICIAL

DEUS TE ABENÇOE

Evangelho – Cap X – it.16

Logo após fundar o Lar “Anália Franco”, na cidade de S. Manuel, no Estado de S. Paulo, viu-se D. Clélia Rocha em sérias dificuldades para mantê-lo.

Tentando angariar fundos de socorro, a abnegada senhora conduzia crianças, aqui e ali, em singelas atividades artísticas. Acordava almas. Comovia corações. E sustentava o laborioso período inicial da obra.

Desembarcando, certa noite, em pequena cidade, foi alvo de injusta manifestação anti espírita. Apupos. Gritaria. Condenações.

D. Clélia, com o auxílio de pessoas bondosas, protege as crianças. Em meio à confusão, vê que um moço robusto se aproxima e, marcando - lhe a cabeça, atira-lhe uma pedra.

O golpe é violento. O sangue escorre. Mas a operosa servidora do bem procede como quem desconhece o agressor.

Medica-se depois.

Há espíritas devotados que surgem. D. Clélia demora-se por mais de uma semana, orando e servindo.

Acabava de atender a um doente em casa particular, quando entra senhora aflitíssima. É mãe. Tem o filho acamado com meningite e pede-lhe auxílio espiritual.

D. Clélia não vacila. Corre ao encontro do enfermo e, surpreendida, encontra nele o jovem que a ferira.

Febre alta. Inconsciência. A missionária desdobra-se em desvelo.

Passes. Vigílias. Orações. Enfermagem carinhosa.

Ao fim de seis dias, o doente está salvo. Reconhece-a envergonhado e, quando a sós, beija-lhe respeitosamente as mãos e pergunta: - A senhora me perdoa?

Ela, contudo, disse apenas, com brandura: - Deus te abençoe, meu filho.

Mas o exemplo não ficou sem fruto, porque o moço recuperado fez-se valoroso militante da Doutrina Espírita e, ainda hoje, onde se encontra é denodado batalhador do Evangelho.

HILÁRIO SILVA
(“O Espírito da Verdade” - Cap. 6 – Espíritos diversos F. C. Xavier / W. Vieira – FEB)

PROGRAMAÇÃO VIRTUAL

Pelo nosso canal no YouTube
Às segundas-feiras: 19h
AGOSTO - 2026:


Dia 3
Tema: PERDÃO DAS OFENSAS
(O Evangelho segundo o Espiritismo: Cap. X, itens 14 e 15)
Expositora: MARIA ROMA DE FREITAS (Integrante do LAR DE TEREZA Copacabana - Rio/RJ)
Direção: JOÃO A. RIBEIRO

Dia 10
Tema: INTERVENÇÃO DE DEUS NAS PENAS E RECONPENSAS FUTURAS
(O Livro dos Espíritos: 963 e 964)
Expositora: TANIA WILSON (Integrante do CEACE - Centro Espírita Amor, Caridade e Esperança Botafogo, Rio/RJ)
Direção: ANA MARIA de AMORIM

Dia 17
Tema: A INDULGÊNCIA
(O Evangelho segundo o Espiritismo: Cap. X, itens 16 a 18)
Expositor: ALOÍSIO GUIGGINO (Integrante do LAR DE TEREZA - Copacabana - Rio/RJ)
Direção: RICARDO DANZIGER

Dia 24
Tema: “Dr. BEZERRA”
(Tema especial do mês)
Expositora: TEREZINHA LUMBRERAS (Integrante do LAR DE TEREZA - Copacabana - Rio/RJ)
Direção: JOÃO A. RIBEIRO

Dia 31
Tema: “NATUREZA DAS PENAS E GOZOS FUTUROS”
Expositor: GUILHERME L. SARCINELLI (Integrante do GEAL - Grupo Espírita André Luiz - Maracanã - Rio/RJ)
Direção: RENATA VELOZO


OBS: Para consultar a programação do mês, completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, clicando aqui.