REUNIÕES DOUTRINÁRIAS PÚBLICAS PRESENCIAIS

SEDE > Av. Nossa Senhora de Copacabana, 709 - 5º andar:
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 8h30m e ÀS 19h30m;
➢ SEXTAS-FEIRAS, ÀS 16h

NÚCLEO PAULO e ESTEVÃO > Rua Rodolfo Dantas, loja 97 (térreo) Copacabana

Reuniões Públicas:
➢ SEGUNDAS-FEIRAS: ÀS 14h, 17h30m, 19h E ÀS 20h30m
➢ TERÇAS-FEIRAS: ÀS 8h30m
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 14h
➢ SEXTAS-FEIRAS: ÀS 14h, 18h E ÀS 20h

Evangelização:
➢ JUVENTUDE ESPÍRITA IRMÃ SCHEILLA:
➢ ÀS SEXTAS-FEIRAS: 19h30m
➢ EVANGELIZAÇÃO INFANTIL e GRUPO FAMILIAR LÍVIA LENTULUS:
➢ AOS SÁBADOS, 10h

NÚCLEO EMMANUEL > Estrada Engenho D’Água, 690 – Anil – Jacarepaguá

Reuniões Públicas:
➢ TERÇAS-FEIRAS: ÀS 14h
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 20h

Evangelização:
➢ EVANGELIZAÇÃO INFANTIL:
➢ AOS SÁBADOS, 9h30m

Semana: de 27 de maio a 31 de maio de 2024

REUNIÃO VIRTUAL SEMANAL
ESTRÉIA
Dia 27 de maio (segunda-feira), às 19h pelo canal do Lar de Tereza no YouTube
Palestrante
Expositor(a): GEISA JORDÃO
Dirigente do ABRIGO TEREZA DE JESUS (Maracanã, Rio/RJ)

TEMA: “RESSURREIÇÃO e REENCARNAÇÃO”
(O Evangelho: Capítulo IV, itens 10 a 17)



O Evangelho Segundo o Espiritismo

CAPÍTULO VI - Ninguém poderá ver o Reino
de Deus se não nascer de novo.

RESSURREIÇÃO E REENCARNAÇÃO

10. Ora, desde o tempo de João Batista até o presente, o reino dos
céus é tomado pela violência e são os violentos que o arrebatam; – pois que
assim o profetizaram todos os profetas até João, e também a lei. – Se
quiserdes compreender o que vos digo, ele mesmo é o Elias que há de vir. –
Ouça-o aquele que tiver ouvidos de ouvir. (S. MATEUS, 11:12 a 15.)

11. Se o princípio da reencarnação, conforme se acha expresso em S. João, podia, a rigor,
ser interpretado em sentido puramente místico, o mesmo já não acontece com esta passagem
de S. Mateus, que não permite equívoco: ELE MESMO é o Elias que há de vir. Não há aí figura,
nem alegoria: é uma afirmação positiva. – “Desde o tempo de João Batista até o presente o
reino dos céus é tomado pela violência.” Que significam essas palavras,uma vez que
João Batista ainda vivia naquele momento? Jesus as explica, dizendo: “Se quiserdes compreender
o que digo, ele mesmo é o Elias que há de vir.” Ora, sendo João o próprio Elias, Jesus alude
à época em que João vivia com o nome de Elias. “Até ao presente o reino dos céus é tomado pela
violência”: outra alusão à violência da lei moisaica, que ordenava o extermínio dos infiéis,
para que os demais ganhassem a Terra Prometida, Paraíso dos hebreus, ao passo que, segundo a
nova lei, o céu se ganha pela caridade e pela brandura.
E acrescentou: Ouça aquele que tiver ouvidos de ouvir. Essas palavras,que Jesus tanto repetiu,
claramente dizem que nem todos estavam em condições de compreender certas verdades.

12. Aqueles do vosso povo a quem a morte foi dada viverão de novo; aqueles que estavam mortos
em meio a mim ressuscitarão. Despertai do vosso sono e entoai louvores a Deus, vós que habitais
no pó; porque o orvalho que cai sobre vós é um orvalho de luz e porque arruinareis a Terra e o
reino dos gigantes. (ISAÍAS, 26:19.)

13. É também muito explícita esta passagem de Isaías: “Aqueles do vosso povo a quem a morte
foi dada viverão de novo.” Se o profeta houvera querido falar da vida espiritual, se houvera
pretendido dizer que aqueles que tinham sido executados não estavam mortos em Espírito, teria dito:
ainda vivem, e não: viverão de novo. No sentido espiritual, essas palavras seriam um contrassenso,
pois que implicariam uma interrupção na vida da alma. No sentido de regeneração moral, seriam a
negação das penas eternas, pois que estabelecem, em princípio, que todos os que estão mortos reviverão.

14. Mas, quando o homem há morrido uma vez, quando seu corpo, separado de seu espírito, foi consumido,
que é feito dele? – Tendo morrido uma vez, poderia o homem reviver de novo? Nesta guerra em que me acho todos
os dias da minha vida, espero que chegue a minha mutação. (JOB,14:10,14. Tradução de Le Maistre de Sacy.)
Quando o homem morre, perde toda a sua força, expira. Depois, onde está ele? – Se o homem morre, viverá de novo?
Esperarei todos os dias de meu combate, até que venha alguma mutação? (ID. Tradução protestante de Osterwald.)
Quando o homem está morto, vive sempre; acabando os dias da minha existência terrestre, esperarei, porquanto
a ela voltarei de novo. (ID. Versão da Igreja grega.)

15.Nessas três versões, o princípio da pluralidade das existênciasse acha claramente expresso. Ninguém
poderá supor que Job haja querido falar da regeneração pela água do batismo, que ele decerto não conhecia.
“Tendo o homem morrido uma vez, poderia reviver de novo?” A ideia de morrer uma vez, e de reviver implica a de
morrer e reviver muitas vezes. A versão da Igreja grega ainda é mais explícita, se é que isso é possível:
“Acabando os dias da minha existência terrena, esperarei, porquanto a ela voltarei”, ou, voltarei à existência
terrestre. Isso é tão claro, como se alguém dissesse: “Saio de minha casa, mas a ela tornarei.”
“Nesta guerra em que me encontro todos os dias de minha vida, espero que se dê a minha mutação.” Job,
evidentemente,pretendeu referir-se à luta que sustentava contra as misérias da vida. Espera a sua
mutação, isto é, resigna-se. Na versão grega, esperarei parece aplicar-se, preferentemente, a uma nova
existência: “Quando a minha existência estiver acabada, esperarei, porquanto a ela voltarei.” Job como
que se coloca, após a morte, no intervalo que separa uma existência de outra e diz que lá aguardará
o momento de voltar.

16. Não há, pois, duvidar de que, sob o nome de ressurreição, o princípio da reencarnação era ponto de
uma das crenças fundamentais dos judeus, ponto que Jesus e os profetas confirmaram de modo formal; donde se
segue que negar a reencarnação é negar as palavras do Cristo. Um dia, porém, suas palavras, quando forem
meditadas sem idéias preconcebidas, reconhecer-se-ão autorizadas quanto a esse ponto, bem como em
relação a muitos outros.

17. A essa autoridade, do ponto de vista religioso, se adita, do ponto de vista filosófico, a das provas
que resultam da observação dos fatos. Quando se trata de remontar dos efeitos às causas, a reencarnação
surge como de necessidade absoluta, como condição inerente à Humanidade; numa palavra: como lei da Natureza.
Pelos seus resultados, ela se evidencia, de modo, por assim dizer, material, da mesma forma que o motor oculto
se revela pelo movimento. Só ela pode dizer ao homem donde ele vem, para onde vai, por que está na
Terra, e justificar todas as anomalias e todas as aparentes injustiças que a vida apresenta.
Sem o princípio da preexistência da alma e da pluralidade das existências, são ininteligíveis, em sua maioria,
as máximas do Evangelho, razão por que hão dado lugar a tão contraditórias interpretações. Está nesse
princípio a chave que lhes restituirá o sentido verdadeiro.

1 Veja-se, para os desenvolvimentos do dogma da reencarnação, O Livro dos Espíritos, caps. IV e V; O que é o Espiritismo, cap. II, por Allan Kardec; Pluralidade das Existências, por Pezzani.

Sugestões bibliográficas:
- Evangelho dos Humildes – Cap. XI, 11 a 15- Eliseu Rigonatti, Pensamento;.
- Fonte Viva – p. 106 – Renasce agora - F. C. Xavier, FEB;
- Palavras de Vida Eterna – Mens. 72 - Ouvidos, Emmanuel - F. C. Xavier, CEC;
- Parábolas e Ensinos de Jesus – Reencarnação ou pluralidades das existências, Cairbar Schutel, Clarim.




LEITURA INICIAL

Evolução e Aprimoramento

“Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade, digo-te: Ninguém pode ver o Reino de
Deus se não nascer de novo.” Jesus – (João, 3:3)
“Respondeu-lhe Jesus: A reencarnação é a volta da alma ou Espírito à vida corpórea,
mas em outro corpo especialmente formado para ele e que nada tem de comum com o
antigo.” – (o Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. IV, 4)



Decididamente, em nome da Eterna Sabedoria, o homem é o senhor da evolução na Terra.
Todos os elementos se lhe sujeitam à discrição.
Todos os reinos do planeta rendem-lhe vassalagem.
Montanhas ciclópicas sofrem-lhe a carga de explosivos, transfigurando-se em matéria-prima
destinada à edificação de cidades prestigiosas.
Minérios por ele arrancados às entranhas do globo, suportando-lhe os fornos incandescentes,
a fim de lhe garantirem utilidade e conforto.
Rios e fontes obedecem-lhe às determinações, transferindo-se de leito, com vistas à fertilização
da gleba sedenta.
Florestas atendem-lhe a derrubada, favorecendo o progresso.
Animais, ainda mesmo aqueles de mais pujança e volume, obedecem-lhe às ordens,
quedando-se integralmente domesticados.
A eletricidade e o magnetismo plasma-lhe os desejos.
E o próprio átomo, síntese de força cósmica, descerra-lhe os segredos, aceitando-lhe as rédeas.
Mas não é só no domínio dos recursos materiais que o homem governa, soberano.
Ele pesquisa as reações populares e comanda a política; investiga os fenômenos da natureza e
levanta a ciência; estuda as manifestações do pensamento e cria a instrução; especializa o
trabalho e faz a indústria; relaciona as imposições do comércio e controla a economia.
Claramente, nós, os espíritos em aperfeiçoamento, no aperfeiçoamento terrestre, conseguimos
alterar ou manobrar as energias e os seres inferiores do orbe a que transitoriamente, nos
ajustamos, e do qual nos é possível catalogar os impérios da luz infinita, estuantes no Universo.
À face disso, não obstante sustentados pelo Apoio Divino, nas lides educativas que nos são
necessárias, o aprimoramento moral corre por nossa conta.
O professor ensina, mas o aluno deve realizar-se. Os espíritos superiores nos amparam e
esclarecem, no entanto, é disposição da Lei que cada consciência responda pelo próprio
destino. Meditemos nisso, valorizando as oportunidades em nossas mãos.
Por muito alta que seja a quota de trabalho corretivo que tragas dos compromissos assumidos
em outras reencarnações, possuis determinadas sobras de tempo, - do tempo que é patrimônio
igual para todos, - e, com o tempo de que dispões, basta usares sabiamente a vontade, que
tanta vez manejamos para agravar nossas dores, a fim de te consagrares ao serviço do bem
e ao estudo iluminativo, quando quiseres, como quiseres, onde quiseres e quanto quiseres,
melhorando-te sempre.

EMMANUEL
(Livro da Esperança - Cap. 111 - Emmanuel - F. C. Xavier, FEB)

PROGRAMAÇÃO VIRTUAL

Pelo nosso canal no YouTube
Às segundas-feiras: 19h
MAIO - 2024:


Dia 6:
Tema: “RESSURREIÇÃO e REENCARNAÇÃO”
(O Evangelho: Capítulo IV, itens 5 a 9)
Expositora: MARIA ROMA
Integrante do LAR DE TEREZA – Residente em Uberlândia/MG
Direção: MARIA IVONE

Dia 13:
Tema: “MARIA DE NAZARÉ – A Mulher Amor"
Expositora: MARIA ELISA HILLESHEIM
Integrante do LAR DE TEREZA
Direção: JOÃO APARECIDO

Dia 20:
Tema: “ASSASSÍNIO e CRUELDADE”
(O Livro dos Espíritos: Lei de destruição > Perguntas: 746 a 756)
Expositor: GUILHERME KREMER
Dirigente do ABRIGO TEREZA DE JESUS
Direção: ANA AMORIM

Dia 27:
Tema: “RESSURREIÇÃO e REENCARNAÇÃO”
(O Evangelho: Capítulo IV, itens 10 a 17)
Expositora: GEISA JORDÃO
Integrante do CEMA – Centro Espírita Maria Angélica – RECREIO/RJ
Direção: REGINA MEIRELLES


OBS: Para consultar a programação do mês, completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, clicando aqui.