SEDE > Av. Nossa Senhora de Copacabana, 709 - 5º andar:
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 8h30m e ÀS 19h30m;
➢ SEXTAS-FEIRAS, ÀS 16h
NÚCLEO PAULO e ESTEVÃO > Rua Rodolfo Dantas, loja 97 (térreo) Copacabana (21 3208-5264)
Semana: de 8 de Junho a 14 de Junho de 2026
REUNIÃO VIRTUAL SEMANAL
ESTRÉIA
Dia 8 de Junho (segunda-feira), às 19h pelo canal do Lar de Tereza no YouTube

Expositor(a): TANIA WILSON
Integrante do CEACE (Centro Espírita de Amor, Caridade e Esperança Botafogo, Rio de Janeiro/RJ)

Sacrifício mais agradável a Deus
7. Se, portanto, quando fordes depor vossa oferenda no altar, vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós, – deixai a
vossa dádiva junto ao altar e ide, antes, reconciliar-vos com o vosso irmão;
depois, então, voltai a oferecê-la. – (S. MATEUS, 5:23 e 24.)
8. Quando diz: “Ide reconciliar-vos com o vosso irmão, antes de depordes a vossa oferenda no altar”, Jesus ensina que o sacrifício mais
agradável ao Senhor é o que o homem faça do seu próprio ressentimento;
que, antes de se apresentar para ser por ele perdoado, precisa o homem haver perdoado e reparado o agravo que tenha feito a algum de seus irmãos. Só então a sua oferenda será bem-aceita, porque virá de um coração expungido de todo e qualquer pensamento mau. Ele materializou o preceito, porque os judeus ofereciam sacrifícios materiais;
cumpria-lhe conformar suas palavras aos usos ainda em voga. O cristão não oferece dons materiais, pois que espiritualizou o sacrifício. Com isso, porém, o preceito ainda mais força ganha. Ele oferece sua alma a Deus e essa alma tem de ser purificada. Entrando no templo do Senhor, deve ele deixar fora todo sentimento de ódio e de animosidade, todo mau pensamento contra seu irmão. Só então os anjos levarão sua prece aos pés do Eterno.
Eis aí o que ensina Jesus por estas palavras:
“Deixai a vossa oferenda junto do altar e ide primeiro reconciliar-vos com o vosso irmão, se quiserdes ser agradável ao Senhor.”
Sugestões bibliográficas:
- O Evangelho dos Humildes – Cap. V – O Sermão da montanha, Its 23 a 26 - Eliseu Rigonatti, Pensamento
- O Consolador – Pags. 332 a 341 – O Perdão - Emmanuel / F. C. Xavier, FEB;
- Jesus no Lar – Cap. 35 – Necessidade de entendimento, Neio Lucius/ F. C. Xavier, FEB;
- Lampadário Espírita – Mens. 28 – Influenciações, Joanna de Angelis/ D. P. Franco, FEB;
- Parábolas e Ensinos de Jesus – Parábola do fariseu e do publicano, Pág. 175 - Cairbar Schutel, Clarim.
“Reconcilia-te depressa com teu inimigo, enquanto estás a caminho com ele.”
– Jesus (Mateus 5: 25 e 26.)
Disse-nos Jesus: Reconcilia-te depressa com teu inimigo, enquanto estás a caminho com ele.
Mas... como me reconciliarei com aquele que recusa a minha presença, que não corresponde ao meu gesto de amizade? – indagamos muitas vezes aflitos e entristecidos por não sermos entendidos em nosso impulso de reaproximação.
Realmente, nem sempre nossos sentimentos são entendidos, compreendidos ou aceitos.
Todavia, a incompreensão do outro é problema dele, e o nosso problema de ódio, rancor ou mágoa será solucionado, não com atitude de nosso irmão, mas tão-somente com a atitude mantida por nós.
Portanto, assim que reconhecermos o erro praticado, a ofensa lançada contra alguém, o gesto infeliz que se converteu em prejuízo para o nosso próximo, iniciemos, de nossa parte, o caminho de restauração da amizade, recolocando, nos momentos devidos, o sorriso bondoso, o gesto generoso, a solidariedade, a fraternidade, a simpatia.
E, dentro desse processo, experimentemos pensar no outro, vibrando em amor.
Mentalmente, dialoguemos com ele. Busquemo-lo, na irradiação de nossas vibrações positivas, mentalizando-o diante de nós em conversa fraterna e amiga, falando-lhe de nossa disposição para o entendimento e o perdão.
Se mantivermos, com perseverança, esse reencontro de almas, veremos, ao fim de algum tempo, que tudo o que foi plasmado por nossa mente se concretizará.
Chegará o dia em que, repentinamente, nos veremos face a face com ele, repetindo em voz alta, o que lhe dissemos na intimidade de nosso coração.
Como o tempo não tem para o Espírito a dimensão que lhe damos, enquanto na Terra, muitas vezes, o momento sublime da reconciliação se dará em encarnações posteriores, quando então, frente a criaturas que surgem em nosso caminho nos veremos dizendo palavras de amizade e união em troca de suas posições radicais com respeito a nós.
O importante não é saber quando terminará o processo de reconciliação.
O importante é que o iniciemos no tempo que se chama hoje!
Apressemo-nos assim a dar o primeiro passo já, agora, sem perda de um minuto sequer!
Reconciliação, mesmo de alma para alma, é semente divina produzindo frutos que rapidamente sazonam, procriando colheitas de luz e para a Vida Eterna!
AURÉLIO
(“Evangelho e Vida”, Cap. 33 - Espíritos Diversos / Brunilde do M. do Espírito Santo, LT)
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