Semana: de 17 a 22 de janeiro de 2022

ESCLARECIMENTOS

ENQUANTO ESTIVEREM SUSPENSAS

TODAS AS REUNIÕES

Tendo em vista as contingências atuais, que nos impossibilitam a realização das reuniões públicas presenciais, com os passes (como já é do conhecimento de todos), com o objetivo de melhor esclarecer, informamos:
(1) Manteremos a nossa programação atualizada, para a eventual liberação e voltarmos à normalidade; então, não ocorrerá nenhum improviso, pois manteremos esta programação disponível.
(2) Durante este momento especial, continuaremos com a nossa reunião virtual, ao vivo, às segundas-feiras às 19h, pelo Facebook e Instagram. Abordando o tema previsto na programação, para cada semana.
(3) Nosso objetivo é possibilitar, pelo menos uma vez na semana, o estabelecimento da conexão de todos pelo pensamento e desta forma, além do prosseguimento dos estudos evangélicos e doutrinários, continuarmos a nos fortalecer para o trânsito deste período com: tranquilidade, fé e esperança... Como dizia o nosso Chico: “-Tudo passa... isto também vai passar.”
(4) Estamos trabalhando no aprimoramento desta nova experiência: nossa reunião virtual às segundas-feiras, 19h; contamos com a compreensão de todos, pelos imprevistos, quando ocorrerem, principalmente aqueles que independam do nosso controle. (LAR DE TEREZA: Área de Estudos Doutrinários)

Dia 17 de janeiro (segunda-feira), às 19h
Expositor(a): Regina Meirelles, Integrante do LAR DE TEREZA - Copacabana – Rio/RJ pelo canal do Lar de Tereza no YouTube
Tema: Não vim trazer a paz, mas a divisão
O Livro dos Espíritos

Tema da Semana:

O Livro dos Espíritos

Não vim trazer a paz, mas a divisão

9. Não penseis que eu tenha vindo trazer paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada; – porquanto vim separar de seu pai o filho, de sua mãe a filha, de sua sogra a nora; – e o homem terá por inimigos os de sua própria casa. (S. MATEUS, 10:34 a 36.)
10. Vim para lançar fogo à Terra; e que é o que desejo senão que ele se acenda? – Tenho de ser batizado com um batismo e quanto me sinto desejoso de que ele se cumpra!
Julgais que eu tenha vindo trazer paz à Terra? Não, eu vos afirmo; ao contrário, vim trazer a divisão; – pois, doravante, se se acharem numa casa cinco pessoas, estarão elas divididas umas contra as outras: três contra duas e duas contra três. – O pai estará em divisão com o filho e o filho com o pai, a mãe com a filha e a filha com a mãe, a sogra com a nora e a nora com a sogra. (S. LUCAS, 12:49 a 53.)
11. Será mesmo possível que Jesus, a personificação da doçura e da bondade, Jesus, que não cessou de pregar o amor do próximo, haja dito: “Não vim trazer a paz, mas a espada; vim separar do pai o filho, do esposo a esposa; vim lançar fogo à Terra e tenho pressa de que ele se acenda”? Não estarão essas palavras em contradição flagrante com os seus ensinos? Não haverá blasfêmia em lhe atribuírem a linguagem de um conquistador sangüinário e devastador? Não, não há blasfêmia, nem contradição nessas palavras, pois foi mesmo ele quem as pronunciou, e elas dão teste munho da sua alta sabedoria. Apenas, um pouco equívoca, a forma não lhe exprime com exatidão o pensamento, o que deu lugar a que se enganassem relativamente ao verdadei ro sentido delas. Tomadas à letra, tenderiam a transformar a sua missão, toda de paz, noutra de perturbação e discór dia, conseqüência absurda, que o bom-senso repele, por quanto Jesus não podia desmentir-se. (Cap. XIV, nº 6.)
12. Toda ideia nova forçosamente encontra oposição e nenhuma há que se implante sem lutas. Ora, nesses casos, a resistência é sempre proporcional à importância dos resultados previstos, porque, quanto maior ela é, tanto mais numerosos são os interesses que fere. Se for notoriamente falsa, se a julgam isenta de consequências, ninguém se alarma; deixam-na todos passar, certos de que lhe falta vitalidade. Se, porém, é verdadeira, se assenta em sólida base, se lhe prevêem futuro, um secreto pressentimento adverte os seus antagonistas de que constitui um perigo para eles e para a ordem de coisas em cuja manutenção se empenham. Atiram-se, então, contra ela e contra os seus adeptos. Assim, pois, a medida da importância e dos resultados de uma ideia nova se encontra na emoção que o seu aparecimento causa, na violência da oposição que provoca, bem como no grau e na persistência da ira de seus adversários.
13. Jesus vinha proclamar uma doutrina que solaparia pela base os abusos de que viviam os fariseus, os escribas e os sacerdotes do seu tempo. Imolaram-no, portanto, certos de que, matando o homem, matariam a ideia. Esta, porém, sobreviveu, porque era verdadeira; engrandeceu-se, porque correspondia aos desígnios de Deus e, nascida num pequeno e obscuro burgo da Judéia, foi plantar o seu estandarte na capital mesma do mundo pagão, à face dos seus mais encarniçados inimigos, daqueles que mais porfiavam em combatê-la, porque subvertia crenças seculares a que eles se apegavam muito mais por interesse do que por convicção. Lutas das mais terríveis esperavam aí pelos seus apóstolos; foram inumeráveis as vítimas; a ideia, no entanto, avolumou-se sempre e triunfou, porque, como verdade, sobrelevava as que a precederam.
14. É de notar-se que o Cristianismo surgiu quando o Pa ganismo já entrara em declínio e se debatia contra as luzes da razão. Ainda era praticado pro forma; a crença, porém, desaparecera; apenas o interesse pessoal o sustentava. Ora, é tenaz o interesse; jamais cede à evidência; irrita-se tanto mais quanto mais peremptórios e demonstrativos de seu erro são os argumentos que se lhe opõem. Sabe ele muito bem que está errado, mas isso não o abala, porquanto a verdadeira fé não lhe está na alma. O que mais teme é a luz, que dá vista aos cegos. É-lhe proveitoso o erro; ele se lhe agarra e o defende. Sócrates, também, não ensinara uma doutrina até certo ponto análoga à do Cristo? Por que não prevaleceu naquela época a sua doutrina, no seio de um dos povos mais inteli gentes da Terra? É que ainda não chegara o tempo. Ele semeou numa terra não lavrada; o Paganismo ainda se não achava gasto. O Cristo recebeu em propício tempo a sua missão. Muito faltava, é certo, para que todos os homens da sua época estivessem à altura das idéias cristãs, mas havia entre eles uma aptidão mais geral para as assimilar, pois que já se começava a sentir o vazio que as crenças vulgares deixavam na alma. Sócrates e Platão haviam aberto o caminho e predisposto os espíritos. (Veja-se, na “Introdu ção”, o § IV: Sócrates e Platão, precursores da idéia cristã e do Espiritismo.)

Bibliografia complementar sugerida:
- Boa Nova - Cap. 15 – Joana de Cuza, Emmanuel (F C. Xavier), feb; - Evangelho dos Humildes -Cap. X - it. 34 a 38 – Comentários, Eliseu Rigonatti, Pensamento; - Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda - Espada e paz - pag. -189 e Cruzes – página 195, Joanna de Ângelis (D. Pereira Franco), LEAL.




O Livro dos Espíritos

A PALAVRA DA CRUZ

“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós que somos salvos é o poder de Deus.” - Paulo – (I CORÍNTIOS, 1:18)

A mensagem da cruz é dolorosa em todos os tempos.
Do Calvário desceu para o mundo uma voz, a princípio desagradável e incompreensível.
No martirológio do Mestre situavam-se todos os argumentos de negação superficialmente absoluta.
O abandono completo dos mais amados.
A sede angustiosa.
Capitulação irremediável.
Perdão espontâneo que expressava humilhação plena.
Sarcasmo e ridículo entre ladrões.
Derrota sem defensiva.
Morte infamante.
Mas o Cristo usa o fracasso aparente para ensinar o caminho da Ressurreição Eterna, demonstrando que o “eu” nunca se dirigirá para Deus, sem o aprimoramento e a sublimação de si próprio.
Ainda hoje, a linguagem da cruz é loucura para os que permanecem interminavelmente no ciclo de reencarnações de baixo teor espiritual; semelhantes criaturas não pretendem senão mancomunar-se com a morte, exterminando as mais belas florações do sentimento. Dominam a muitos, incapazes do próprio domínio, ajuntam tesouros que a imprudência desfaz e tecem fios escuros de paixões obcecantes em que sucumbem, vezes sem conto, à maneira de aranha encarcerada nas próprias teias.
Repitamos a mensagem da cruz ao irmão que se afoga na carne e ele nos classificará à conta de loucos, mas todos nós, que temos sido salvos de maiores quedas pelos avisos da fé renovadora, estamos informados de que, nos supremos testemunhos, segue o discípulo para o Mestre, quanto o Mestre subiu para o Pai, na glória oculta da crucificação.
Emmanuel
“Fonte Viva” - Cap. 97 – F. C. Xavier)

Horários

Sede (Copacabana)
quarta: 8h30min e 19h30min
sexta: 16h

AS REUNIÕES PRESENCIAIS CONTINUAM SUSPENSAS

PROGRAMAÇÃO VIRTUAL JANEIRO - 2022:

Dia 3: Expositor(a): CESAR REIS Integrante do ICEB (Instituto de Cultura Espírita do Brasil)
Tema: ANO NOVO: MENSAGEM DE ESPERANÇA. NOSSA META: O HOMEM DE BEM
Direção: Elisa Hillesheim

Dia 10: Expositor(a): JOÃO APARECIDO Integrante do LAR DE TEREZA
Tema: EMANCIPAÇÃO DA ALMA: Letargia, Catalepsia e Mortes Aparentes. (O Livro dos Espíritos: 422 a 424)
Direção: Ana Maria de Amorim

Dia 17: Expositor(a): REGINA MEIRELLES Integrante do LAR DE TEREZA
Tema: NÃO VIM TRAZER A PAZ, MAS A DIVISÃO. (O Evangelho s. o Espiritismo: Cap. XXIII, 9 a 14)
Direção: André Censi

Dia 24: Expositor(a): TANIA WILSON Integrante do C. E. Caridade e União (Três Rios, Rio de Janeiro)
Tema: VIGIAR e ORAR
Direção: Renata Velozo

Dia 31: Expositor(a): MOISÉS SANTOS Integrante do CEOE-Jésus Gonçalves (Jacarepaguá -Rio/RJ)
Tema: Emancipação da Alma: SONANMULISMO
Direção: Maria Ivone Jerônimo


OBS: Para consultar a programação completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, neste mesmo site.