SEDE > Av. Nossa Senhora de Copacabana, 709 - 5º andar:
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 8h30m e ÀS 19h30m;
➢ SEXTAS-FEIRAS, ÀS 16h
NÚCLEO PAULO e ESTEVÃO > Rua Rodolfo Dantas, loja 97 (térreo) Copacabana (21 3208-5264)
Semana: de 11 de Maio a 17 de Maio de 2026
REUNIÃO VIRTUAL SEMANAL
ESTRÉIA
Dia 11 de Maio (segunda-feira), às 19h pelo canal do Lar de Tereza no YouTube

Expositor(a): GUILHERME LUZ
Integrante do GEAL - Grupo Espírita André Luiz (Maracanã – Rio de Janeiro/ RJ

PERDOAI, PARA QUE DEUS VOS PERDOE
1.Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia. (S. MATEUS, 5:7.)
2.Se perdoardes aos homens as faltas que cometerem contra vós, também vosso Pai celestial vos perdoará os pecados; – mas, se não perdoardes aos homens quando vos tenham ofendido, vosso Pai celestial também não vos perdoará os pecados. (S. MATEUS, 6:14 e 15.)
3.Se contra vós pecou vosso irmão, ide fazer-lhe sentir a falta em particular, a sós com ele; se vos atender, tereis ganho o vosso irmão. – Então, aproximando-se dele, disse-lhe Pedro:
“Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão, quando houver pecado contra mim? Até sete vezes?” – Respondeu-lhe Jesus: “Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes.” (S. MATEUS, 18:15, 21 e 22.)
4. A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacífico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. O ódio e o rancor denotam alma sem elevação, nem grandeza. O esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada, que paira acima dos golpes que lhe possam desferir. Uma é sempre ansiosa, de sombria suscetibilidade e cheia de fel; a outra é calma, toda mansidão e caridade.
Ai daquele que diz: nunca perdoarei. Esse, se não for condenado pelos homens, sê-lo-á por Deus. Com que direito reclamaria ele o perdão de suas próprias faltas, se não perdoa as dos outros?
Jesus nos ensina que a misericórdia não deve ter limites, quando diz que cada um perdoe ao seu irmão, não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes.
Há, porém, duas maneiras bem diferentes de perdoar: uma, grande, nobre, verdadeiramente generosa, sem pensamento oculto, que evita, com delicadeza, ferir o amor-próprio e a suscetibilidade do adversário, ainda quando este último nenhuma justificativa possa ter; a segunda
é a em que o ofendido, ou aquele que tal se julga, impõe ao outro condições humilhantes e lhe faz sentir o peso de um perdão que irrita, em vez de acalmar; se estende a mão ao ofensor, não o faz com benevolência, mas com ostentação, a fim de poder dizer a toda gente: vede como sou generoso!
Nessas circunstâncias, é impossível uma reconciliação sincera de parte a parte. Não, não há aí generosidade; há apenas uma forma de satisfazer ao orgulho. Em toda contenda, aquele que se mostra mais conciliador, que demonstra mais desinteresse, caridade e verdadeira grandeza d’alma granjeará sempre a simpatia das pessoas imparciais.
Sugestões bibliográficas:
- As Leis Morais – Pág. 103 - Rodolfo Calligaris – FEB;
- Mensageiro de Luz – Cap. 13 – Reencarnação. - André Luiz/F. C. Xavier-EME.
- Livro da Esperança – Mens. 25 – Donativo da Alma - Emmanuel /Chico Xavier/ - CEC - FEB
- O Evangelho dos Humildes – Cap. V – O Sermão da Montanha, as beatitudes v. 1-7; 14 e 15; 38, 39, 40, 41- Eliseu Rigonatti, Pensamento.
“Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”
– Jesus(Mateus, 5:7)
Misericórdia é entendimento elevado ao nível do amor.
Misericórdia é luz dissipando sombras.
Misericórdia é silêncio.
Misericórdia é oração.
Cultivemos a misericórdia como flor perfumada e preciosa, cujo aroma nos revigora por nos despertar a confiança nos valores indestrutíveis do Bem.
A misericórdia alivia e alenta a alma.
Criemos em torno de nós um clima de paz e doçura, cultivando em nosso coração a compaixão, a bondade, a doçura e a compreensão. Iniciemos, ainda hoje, esse programa de paz.
Todo esforço despendido nessa direção, significa expansão da luz que, brotando de nós, atingirá aos que nos cercam, a todos beneficiando.
Para tanto, porém, é necessário que identifiquemos os pensamentos ou sentimentos que nos surgem como intrusos, roubando-nos as disposições íntimas para compreender e perdoar. Eles são facilmente detectáveis. Insinuam-se sob a forma de críticas ou reprovação, trazendo sempre os germens da desunião.
Estejamos, assim, atentos ao fluxo de nossas idéias, observando a nós mesmos, cuidadosamente, qual amoroso jardineiro, zelando pelas sementes do amor e da misericórdia, que Jesus já divide conosco e que precisam crescer livremente, orvalhadas pela nossa indulgência.
Abramos espaços para a tolerância.
Ampliemos as nossas potencialidades de entendimento, exercitemos a misericórdia junto aos que, lado a lado conosco, caminham, tão frágeis quanto nós mesmos, e decerto, a misericórdia do Pai nos acompanhará para sempre.
Icléia
(Evangelho e Vida - Cap. 11 - Diversos Espíritos, Brunilde M. do Espírito Santo – LT))
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