Reuniões e Atividades

Reuniões públicas e passes

Semana: de Semana: de 6 a 11 de abril de 2020

Tema da Semana:

Os superiores e os inferiores

(O Evangelho segundo o Espiritismo Capítulo XVII – Sede perfeitos – item 9
Allan Kardec

A VIRTUDE

9. A autoridade, tanto quanto a riqueza, é uma delegação de que terá de prestar contas aquele que se ache dela investido. Não julgueis que lhe seja ela conferida para lhe proporcionar o vão prazer de mandar; nem, conforme o supõe a maioria dos potentados da Terra, como um direito, uma propriedade. Deus, aliás, lhes prova constantemente que não é nem uma nem outra coisa, pois que deles a retira quando lhe apraz. Se fosse um privilégio inerente às suas personalidades, seria inalienável. A ninguém cabe dizer que uma coisa lhe pertence, quando lhe pode ser tirada sem seu consentimento. Deus confere a autoridade a título de missão, ou de prova, quando o entende, e a retira quando julga conveniente.
Quem quer que seja depositário de autoridade, seja qual for a sua extensão, desde a do senhor sobre o seu servo, até a do soberano sobre o seu povo, não deve olvidar que tem almas a seu cargo; que responderá pela boa ou má diretriz que dê aos seus subordinados e que sobre ele recairão as faltas que estes cometam, os vícios a que sejam arrastados em consequência dessa diretriz ou dos maus exemplos, do mesmo modo que colherá os frutos da solicitude que empregar para os conduzir ao bem. Todo homem tem na Terra uma missão, grande ou pequena; qualquer que ela seja, sempre lhe é dada para o bem; falseá-la em seu princípio é, pois, falir ao seu desempenho.
Assim como pergunta ao rico: “Que fizeste da riqueza que nas tuas mãos devera ser um manancial a espalhar a fecundidade ao teu derredor”, também Deus inquirirá daquele que disponha de alguma autoridade: “Que uso fizeste dessa autoridade? Que males evitaste? Que progresso facultaste? Se te dei subordinados, não foi para que os fizesses escravos da tua vontade, nem instrumentos dóceis aos teus caprichos ou à tua cupidez; fiz-te forte e confiei-te os que eram fracos, para que os amparasses e ajudasses a subir ao meu seio.”
O superior, que se ache compenetrado das palavras do Cristo, a nenhum despreza dos que lhe estejam submetidos, porque sabe que as distinções sociais não prevalecem às vistas de Deus. Ensina-lhe o Espiritismo que, se eles hoje lhe obedecem, talvez já lhe tenham dado ordens, ou poderão dá-las mais tarde, e que ele então será tratado conforme os haja tratado, quando sobre eles exercia autoridade. br Mas, se o superior tem deveres a cumprir, o inferior, de seu lado, também os tem e não menos sagrados. Se for espírita, sua consciência ainda mais imperiosamente lhe dirá que não pode considerar-se dispensado de cumpri-los, nem mesmo quando o seu chefe deixe de dar cumprimento aos que lhe correm, porquanto sabe muito bem não ser lícito retribuir o mal com o mal e que as faltas de uns não justificam as de outrem. Se a sua posição lhe acarreta sofrimentos, reconhecerá que sem dúvida os mereceu, porque, provavelmente, abusou outrora da autoridade que tinha, cabendo-lhe, portanto, experimentar a seu turno o que fizera sofressem os outros. Se se vê forçado a suportar essa posição, por não encontrar outra melhor, o Espiritismo lhe ensina a resignar-se, como constituindo isso uma prova para a sua humildade, necessária ao seu adiantamento. Sua crença lhe orienta a conduta e o induz a proceder como quereria que seus subordinados procedessem para com ele, caso fosse o chefe. Por isso mesmo, mais escrupuloso se mostra no cumprimento de suas obrigações, pois compreende que toda negligência no trabalho que lhe está determinado redunda em prejuízo para aquele que o remunera e a quem deve ele o seu tempo e os seus esforços. Numa palavra: solicita-o o sentimento do dever, oriundo da sua fé, e a certeza de que todo afastamento do caminho reto implica uma dívida que, cedo ou tarde, terá de pagar. – François-Nicolas-Madeleine, Cardeal Morlot. (Paris, 1863.)


Sugestão bibliográfica:

- O Consolador: Pergs 55, 120 e 348; Emmanuel (Francisco C. Xavier), FEB;
- Emmanuel: Cap. XXVII - O trabalho dos intelectuais; Emmanuel (Francisco C. Xavier), FEB;
- Estude e Viva: Capitulo 6 – Troca incessante e Capítulo 25 - Nas crises de direção,
Emmanuel (F. C. Xavier) e André Luiz (Waldo Vieira), FEB



Encargos

Fonte Viva

“A manifestação do Espírito é concedida a cada um, visando a um fim proveitoso.” – Paulo. (Coríntios, 12:7)
Cada individualidade encontra na reencarnação um quadro de valores potenciais de trabalho, análogos àqueles que a pessoa recebe quando é favorecida por um cargo determinado.
Assim como o obreiro é indicado para integrar a tabela nominativa de certa repartição, com atribuições específicas, também nós, quando nos dirigimos para a esfera física, recolhemos semelhante designação; somos como que nomeados para servir em determinado setor de atividade e consequentemente, colocados na equipe de familiares e companheiros que nos possibilitam a execução da tarefa. Mas, se a obtenção do cargo resulta de concessão ou de ordem do Plano Superior, o aproveitamento do encargo depende do interesse em desenvolver ou consolidar os próprios méritos. À face disso precisamos considerar que todos possuímos o talento da capacidade para investir na edificação do bem, onde estivermos.
Ninguém está órfão de oportunidade.
Em toda parte, há serviço que prestar e o melhor que fazer.
Observa em torno de ti e ouvirás múltiplos chamamentos à obra do progresso geral.
Ninguém está privado do ensejo de auxiliar o próximo, elevar, consolar, instruir, renovar.
Não te detenhas.
O amparo do Senhor é concedido a cada ser humano, visando ao proveito de todos.
Considera a indicação que recebeste para servir, segundo as possibilidades que te enriquecem o coração e as mãos.
O cargo vem à nossa esfera de ação, por efeito da Providencia Divina, mas a valorização do encargo parte de nós.

Emmanuel
(Do livro: Ceifa de Luz – Capítulo 40 – Francisco Cândido Xavier, FEB)

Horários

Sede (Copacabana)
quarta: 8h30min e 19h30min
sexta: 16h

Núcleo Paulo e Estêvão
segunda: 14h, 17h30min, 19h e 20h30min
terça: 08h30min
quarta: 14h
sexta: 14h, 18h e 20h

Núcleo Emmanuel (Jacarepaguá)
terça: 14h
quarta: 20h

Casa de Renato (Austin)
sábado: 17h


Expositores previstos da semana

Sede (Copacabana)
08/04 (quarta) - 08h30min - Jeannette Riddell
08/04 (quarta) - 19h30min – Márcia Nezzi
10/04 (sexta) - 16h - Marilena Kfouri

Núcleo Paulo e Estêvão
06/04 (seg.) - 14h - Céres Monteiro
06/04 (seg.) - 17h30min – Mônica
06/04 (seg.) – 19h - Terezinha Lumbreras
06/04 (seg.) – 20h30min - Terezinha Lumbreras
07/04 (ter.) - 08h30minh - Ana Maria
08/04 (qua.) - 14h – Eder Andrade
10/04 (sex.) - 14h – Márcia Prates
10/04 (sex.) - 18h - Aloísio Ghiggino
10/04 (sex.) - 20h - Aloísio Ghiggino

Núcleo Emmanuel (Jacarepaguá)
07/04 (terça) - 14h – Aguardando
08/04 (quarta) - 20h - Aguardando

Casa de Renato (Austin)
11/04 (Sábado) – 16h30 – Aguardando


OBS.:

OBS: Para consultar a programação do mês, completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, neste mesmo site.
OBS.: Para consultar os textos das reuniões públicas anteriores, acesse aqui.