Reuniões e Atividades

Reuniões públicas e passes

Semana: de Semana: de 20 a 26 de janeiro de 2020

Tema da Semana:

O HOMEM DE BEM

(O Evangelho segundo o Espiritismo Capítulo XVII – Sede perfeitos – item 4 Allan Kardec)

OS BONS ESPÍRITAS

(O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO: Capítulo XVII - Sede Perfeitos)
4. Bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, o Espiritismo leva aos resultados acima expostos, que caracterizam o verdadeiro espírita, como o cristão verdadeiro, pois que um o mesmo é que outro. O Espiritismo não institui nenhuma nova moral; apenas facilita aos homens a inteligência e a prática da do Cristo, facultando fé inabalável e esclarecida aos que duvidam ou vacilam.
Muitos, entretanto, dos que acreditam nos fatos das manifestações não lhes apreendem as consequências, nem o alcance moral, ou, se os apreendem, não os aplicam a si mesmos. A que atribuir isso? A alguma falta de clareza da Doutrina? Não, pois que ela não contém alegorias nem figuras que possam dar lugar a falsas interpretações. A clareza é da sua essência mesma e é donde lhe vem toda a força, porque a faz ir direito à inteligência. Nada tem de misteriosa e seus iniciados não se acham de posse de qualquer segredo, oculto ao vulgo.
Será então necessária, para compreendê-la, uma inteligência fora do comum? Não, tanto que há homens de notória capacidade que não a compreendem, ao passo que inteligências vulgares, moços mesmo, apenas saídos da adolescência, lhes apreendem, com admirável precisão, os mais delicados matizes. Provém isso de que a parte por assim dizer material da ciência somente requer olhos que observem, enquanto a parte essencial exige um certo grau de sensibilidade, a que se pode chamar maturidade do senso moral, maturidade que independe da idade e do grau de instrução, porque é peculiar ao desenvolvimento, em sentido especial, do Espírito encarnado.
Nalguns, ainda muito tenazes são os laços da matéria para permitirem que o Espírito se desprenda das coisas da Terra; a névoa que os envolve tira-lhes a visão do infinito, donde resulta não romperem facilmente com os seus pendores, nem com seus hábitos, não percebendo haja qualquer coisa melhor do que aquilo de que são dotados. Têm a crença nos Espíritos como um simples fato, mas que nada ou bem pouco lhes modifica as tendências instintivas. Numa palavra: não divisam mais do que um raio de luz, insuficiente a guiálos e a lhes facultar uma vigorosa aspiração, capaz de lhes sobrepujar as inclinações. Atêm-se mais aos fenômenos do que à moral, que se lhes afigura cediça e monótona. Pedem aos Espíritos que incessantemente os iniciem em novos mistérios, sem procurar saber se já se tornaram dignos de penetrar os arcanos do Criador. Esses são os espíritas imperfeitos, alguns dos quais ficam a meio caminho ou se afastam de seus irmãos em crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem, ou então guardam as suas simpatias para os que lhes compartilham das fraquezas ou das prevenções. Contudo, a aceitação do princípio da doutrina é um primeiro passo que lhes tornará mais fácil o segundo, noutra existência.
Aquele que pode ser, com razão, qualificado de espírita verdadeiro e sincero, se acha em grau superior de adiantamento moral. O Espírito, que nele domina de modo mais completo a matéria, dá-lhe uma percepção mais clara do futuro; os princípios da Doutrina lhe fazem vibrar fibras que nos outros se conservam inertes. Em suma: é tocado no coração, pelo que inabalável se lhe torna a fé. Um é qual músico que alguns acordes bastam para comover, ao passo que outro apenas ouve sons. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele e sempre o consegue, se tem firme a vontade.


Sugestão bibliográfica:

- O Problema do Ser, do Destino e da Dor - 3ª Parte, Cap. XXIV – Léon Denis, diversas editoras;
- O Livro dos espíritos: Perg. – 919, Allan Kardec, diversas editoras;
- Roteiro – Na extensão do serviço, Cap. 23 - Emmanuel (Francisco Cândido Xavier), FEB.
- Evangelho e Vida – Viver santamente, Cap. 40 - Icléia – (Espíritos Diversos) organizado por Brunilde Mendes do Espírito Santo, LT;



Indagação oportuna

Fonte Viva

“Disse-lhes: - Recebestes vós o Espírito Santo quando crestes?” -
(ATOS: 19:2).
A pergunta apostólica vibra ainda em todas as direções, com a maior oportunidade, nos círculos do Cristianismo.
Em toda parte, há pessoas que começam a crer e que já creem, nas mais variadas situações.
Aqui, alguém aceita aparentemente o Evangelho para ser agradável às relações sociais.
Ali, um indagador procura o campo da fé, tentando acertar problemas intelectuais que considera importantes.
Além, um enfermo recebe o socorro da caridade e se declara seguidor da Boa Nova, guiando-se pelas impressões de alívio físico.
Amanhã, todavia, ressurgem tão insatisfeitos e tão desesperados quanto antes.
Nos arraiais do Espiritismo, tais fenômenos são frequentes.
Encontramos grande número de companheiros que se afirmam pessoas de fé, por haverem identificado a sobrevivência de algum parente desencarnado, porque se livraram de alguma dor de cabeça ou porque obtiveram solução para certos problemas da luta material; contudo, amanhã prosseguem duvidando de amigos espirituais e de médiuns respeitáveis, acolhem novas enfermidades ou se perdem através de novos labirintos do aprendizado humano. A interrogação de Paulo continua cheia de atualidade.
Que espécie de espírito recebemos no ato de crer na orientação de Jesus? O da fascinação? O da indolência? O da pesquisa inútil? O da reprovação sistemática às experiências dos outros?
Se não abrigamos o espírito de santificação que nos melhore e nos renove para o Cristo, a nossa fé representa frágil candeia, suscetível de apagar-se ao primeiro golpe de vento.

Emmanuel
(Do livro: Fonte Viva – Capítulo 14 – Francisco Cândido Xavier, FEB)

Horários

Sede (Copacabana)
quarta: 8h30min e 19h30min
sexta: 16h

Núcleo Paulo e Estêvão
segunda: 14h, 17h30min, 19h e 20h30min
terça: 08h30min
quarta: 14h
sexta: 14h, 18h e 20h

Núcleo Emmanuel (Jacarepaguá)
terça: 14h
quarta: 20h

Casa de Renato (Austin)
sábado: 17h


Expositores previstos da semana

Sede (Copacabana)
22/01 (quarta) - 08h30min - Lurdes Bittar
22/01 (quarta) - 19h30min – Lucas Antunes
24/01 (sexta) - 16h - Marcia Prates

Núcleo Paulo e Estêvão
20/01 (seg.) - 14h - Nádia Lúcia 20/01 (seg.) - 17h30min – Mônica Riether
20/01 (seg.) – 19h - Aloísio Ghiggino
20/01 (seg.) – 20h30min - Aloísio Ghiggino
21/01 (ter.) - 08h30minh - Nádia Lúcia
22/01 (qua.) - 14h – Eder Andrade
24/01 (sex.) - 14h – Márcia Prates
24/01 (sex.) - 18h - Mariana Lutterbach
24/01 (sex.) - 20h - Mariana Lutterbach
26/01 (dom.)- 10h – Encontro com Jesus -
Cap. 19 O escriba enganado.(Livro Roteiro de Jesus)

Núcleo Emmanuel (Jacarepaguá)
21/01 (terça) - 14h – Olga Luz
22/01 (quarta) - 20h - Verônica Rodrigues

Casa de Renato (Austin)
25/01 (Sábado) – 17h – em recesso


OBS.:

OBS: Para consultar a programação do mês, completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, neste mesmo site.
OBS.: Para consultar os textos das reuniões públicas anteriores, acesse aqui.